A LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA NA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS

A LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA NA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS

 

Profa. Ma. Janaína Tunussi de Oliveira – Doutoranda em Educação  (USP) janatunussi@gmail.com

Profa. Dra. Cássia Geciauskas Sofiato (USP)

 cassiasofiato@usp.br

O presente trabalho tem como objetivo analisar os impactos gerados pela adoção das práticas inclusivas para a educação de surdos na rede municipal de Campinas – SP/Brasil, como resultado da efetivação de políticas públicas nacionais (Plano Nacional de Educação, 2014; Lei Brasileira de Inclusão, 2015), tendo enfoque no ensino de língua portuguesa (LP) como segunda língua (L2) para surdos. Oportunizar ao aluno surdo uma educação que potencialize seus saberes, de acordo com suas especificidades linguísticas e culturais, é indispensável para a consolidação de uma aprendizagem efetiva. A partir do pressuposto de que o ensino bilíngue como essencial à aprendizagem dos surdos, este estudo apresenta a portaria da Secretaria Municipal de Educação n. 13/2016, bem como suas implicações na nova organização escolar – salas inclusivas – e os impactos diretos no ensino de língua portuguesa como segunda língua, sob a perspectiva das políticas públicas nacionais e seus desdobramentos na elaboração de legislações em âmbito municipal, como a instituição de projetos que objetivem o fortalecimento linguístico dos alunos na LP. Tendo como base o princípio de que a as diretrizes da rede apontam para a construção de uma política linguística para atendimento do público surdo, como questionamento principal temos: A portaria apresenta uma concepção de L2 como base para a sua implementação? O estudo tem uma abordagem qualitativa e é do tipo bibliográfico e documental. O referencial teórico tem como base as propostas de ensino de língua portuguesa para surdos de acordo com QUADROS e SCHMIEDT, 2006; SKLIAR, 1999 e 2004; SALLES et al, 2004; e QUADROS, 1997. Os resultados salientam desafios que necessitam de reflexões do coletivo da rede para propostas de encaminhamentos, como uma melhor compreensão acerca da educação de surdos, de modo que a política educacional adotada para este propósito possa ser adequada às condições necessárias para a aprendizagem de LP de tais alunos, por meio da formação continuada, da reflexão sobre o ensino de L2 para surdos e do atendimento das especificidades deste grupo.

Palavras-chave: Língua portuguesa; Segunda língua; Inclusão; Legislação; Surdo

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